Saiba como tratar uma piscina aquecida da maneira certa

Muito comum em clubes e em academias, as piscinas aquecidas têm ganhado cada vez mais espaço nas residências. Uma vez que os moradores desejam poder curti-las durante todo o ano, inclusive nas estações mais frias.

Entretanto, é preciso saber como tratar uma piscina aquecida, visto que, ao contrário do que muitos acreditam, a limpeza e a manutenção dela é diferente da realizada nas piscinas tradicionais.

Sendo assim, ao continuar a leitura deste artigo você descobrirá o porquê dessa diferença e o que será necessário fazer para manter saudável a água de uma piscina aquecida.

Quais são as principais diferenças entre uma piscina convencional e uma aquecida?

Ao comparar uma piscina aquecida com uma tradicional, à primeira vista, é possível observar semelhanças entre elas. Visto que a única diferença perceptível é a presença do sistema de aquecimento de água. Contudo, a principal distinção entre os dois modelos se baseia nos cuidados que deverão ser realizados para mantê-la limpa e saudável.

É preciso saber que quanto maior for a temperatura da água, mais trabalhoso e caro será manter a piscina em condições de uso. Por isso, é essencial avaliar com cuidado se existe a viabilidade de instalar um sistema de aquecimento no modelo de sua residência.

Como a temperatura da água influencia no tratamento e limpeza de uma piscina?

Para conseguir entender o porquê de uma piscina aquecida necessitar de mais cuidados, é preciso saber que, normalmente, a temperatura média da água de uma versão tradicional fica em torno dos 18 ºC. Sendo assim, nesse estado, ocorre uma baixa proliferação de microrganismos.

Logo, após o aquecimento as bactérias e as algas encontram um ambiente mais confortável, fazendo com que ocorra um aumento de sua reprodução. Isso faz, caso não ocorra um tratamento adequado, com que os banhistas tenham sérios riscos de sofrerem problemas de saúde.

Outro fator que a elevação da temperatura provoca é a aceleração da decomposição do cloro, que forma com mais facilidade a cloramina. Portanto, a piscina começa emana um forte odor dessa substância — o que leva à falsa percepção de seu excesso —, podendo provocar ardência nos olhos.

Como tratar uma piscina aquecida?

Basicamente, o tratamento de uma piscina aquecida não apresenta diferenças ao que é realizado nas que não têm aquecimento. Todavia, devido ao aumento da temperatura da água, ocorre a potencialização da decomposição do cloro e na proliferação de microrganismos, fazendo com que os cuidados sejam necessários de maneira mais constante.

Por esse motivo, para manter bons níveis de cloro, após acionado o sistema de aquecimento, recomenda-se a sua medição a cada hora. Ao perceber que ocorreu uma estabilização dos valores, o acompanhamento poderá ser reduzido para a cada 12 horas. Após esse período, caso seja observado que não ocorreram novas mudanças, a mensuração poderá ser feita uma vez ao dia.

Caso a piscina aquecida seja utilizada com muita frequência, é preciso ter um cuidado maior com a limpeza das bordas. Uma vez que, com o aumento da temperatura da água, o banhista tende a suar mais e, o que resulta em um maior acúmulo de oleosidade nas beiradas. Portanto, será indispensável o uso mais frequente do limpa-borda.

Diante dessas diferenças, é importante saber como tratar uma piscina aquecida. Caso contrário, existem sérios riscos de que a manutenção seja feita da forma incorreta, resultando em uma maior probabilidade de que os banhistas tenham problemas de saúde.

Conheça os 5 benefícios das águas termais!

Diante do crescente número de turistas e visitantes que as bacias de nosso país recebem, é possível perceber o quão fortes são os benefícios das águas termais. Desde o banho quente que tomamos em casa até medidas de fisioterapia, o poder da alta temperatura se mostra sempre muito importante.

Nesse contexto, é essencial conhecer mais sobre as vantagens que esse tipo de banho traz, afinal, por meio dele, é possível manter o corpo saudável, além de desfrutar de uma melhor qualidade de vida. Quer saber quais são elas? Veja as 5 principais!

1. Relaxamento do corpo

Num dia muito cansativo, o maior desejo de muitas pessoas é chegar em casa e tomar um banho quente. Isso tem uma explicação: a água quente promove a sensação de descanso e bem-estar. Pense nas águas aquecidas como uma oportunidade de relaxar seu corpo e sua mente, ficando alguns aconchegantes instantes longe da rotina estressante.

2. Alívio das dores

Dores que têm abrangência nas articulações e cartilagens — como a artrose e a artrite reumatoide, por exemplo — podem ser aliviadas por meio de águas termais. A temperatura alta da piscina atua diretamente na tensão muscular, por isso os efeitos são muito positivos. Sendo assim, quem tem dores reumáticas de toda ordem pode contar com esse benefício.

3. Melhora a circulação sanguínea

Se água quente pode ajudar na recuperação de áreas doloridas, podemos citar também a ativação da circulação sanguínea. Acontece assim: quando o contato acontece, a área afetada recebe mais oxigênio. Isso diminui as tensões, aliviando-as. Dores nas pernas, por exemplo, são aliviadas graças à rápida resposta das veias.

4. Diminuição da pressão arterial

Outro dos benefícios das águas termais destina-se a pessoas que sofrem de pressão alta. Ainda falando das veias, vale a pena ressaltar que altas temperaturas são vasodilatadoras. Isso significa que o sangue circula bem e, assim, o coração é beneficiado já que o oxigênio é melhor transportado, bem como os nutrientes tão necessários para o nosso corpo.

5. Controle de problemas respiratórios

Vários problemas respiratórios de todo cunho, como rinite, asma, bronquites, pneumonias, podem obter melhoras significativas quando a pessoa se utiliza de águas termais para o alívio dos sintomas. Isso se dá graças ao vapor que funciona como uma espécie de filtro, ajudando o sistema respiratório, além do equilíbrio da umidade das vias nasais.

Imagine a maravilha de poder descansar e aproveitar o final do dia mergulhando na sua piscina de água termal! Você pode desfrutar de todos os benefícios citados neste texto na sua própria casa, basta apenas instalar um sistema de aquecimento de água na sua piscina.

Há várias maneiras de fazer isso, conheça algumas técnicas de aquecimento:

  • sistema solar;
  • sistema a gás;
  • sistema de trocador de calor.

O que é dureza cálcica e como ela influencia no tratamento da água?

Na escola todo mundo aprendeu que a fórmula da água é composta por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio. Mas essa seria, digamos, uma água simples, básica. A que recebemos de concessionárias públicas ou mesmo a vinda de poços artesianos, costuma ter outros elementos químicos como flúor— que ajuda no controle da cárie—, ou ainda o hipoclorito de cálcio, que tem ação desinfectante.

O problema é que o cálcio na água da piscina, em quantidades desproporcionais, pode gerar problemas de dureza cálcica da água. Quer saber como isso acontece e como resolver? Continue lendo e aprenda já!

Entenda como a dureza cálcica acontece

A dureza cálcica da água acontece por causa da presença de sais de cálcio. Quando há excesso desses íons dizemos que a água está dura, o que pode acarretar incrustações e depósitos nas paredes e pisos da piscina. Também pode ocorrer alteração na cor da estrutura da piscina, que fica branca ou acinzentada por causa do hidróxido de cálcio, e deixar a água turva. Esse excesso também dificulta a ação desinfectante do cloro.

Já quando existe uma baixa dos íons de cálcio, dizemos que água está mole. Isso gera problemas de corrosão de metais e de materiais que tenham cálcio na sua composição, como rejunte, cal, cimento ou gesso.

Aprenda a resolver a dureza cálcica da água

O ideal é que a dureza da água esteja entre 200 e 400 ppm (parte por milhão). Ela ainda deve se equilibrar com o pH e com a alcalinidade da água.

Para fazer a medição da dureza da água, você deve adquirir um estojo de análises. São fitas que reagem ao cálcio encontrado na água da piscina e que indicam se ele está em desacordo não.

Caso seja constatado que a água de sua piscina está dura, com ppm acima de 400, você deverá substituir uma parte dela para readequar sua quantidade de cálcio. Geralmente, isso acontece de forma natural, com perdas, evaporação e retrolavagens. Mas, caso não seja suficiente, substitua 5% do total da água da piscina e faça a medição do cálcio novamente. Repita a operação até ele se adequar.

Já se a dureza cálcica estiver baixa e a água estiver mole, utilize um produto chamado elevador de dureza cálcica para corrigir o problema. Trata-se de um composto de cloreto de cálcio, que age quando é aplicado diretamente na água. Siga as instruções do rótulo do produto para saber das quantidades a serem aplicadas de acordo com o tamanho de sua piscina.

Tenha sempre uma piscina limpa

Como vimos, a dureza cálcica não é uma questão difícil de resolver e só vira um problema se não houver monitoração. Com um simples estojo de análises, é possível verificar a qualidade da água de sua piscina e evitar aborrecimentos maiores no futuro.